Mostrando postagens com marcador FIFA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FIFA. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de fevereiro de 2009

2 anos sem Maraca - Uma tristeza sem fim


Nem sei dizer o que senti quando li essa matéria. "Reformas para a Copa de 2014 vão fechar o Maracanã por, pelo menos, dois anos".

Dois anos sem Maraca. É um vazio que não dá pra preencher. É como um Rio sem Lapa e Santa Teresa, sem Praia, sem bloco e carnaval, sem chopinho e sem buteco. É uma tragédia. Vou ter que tomar remédio por dois anos. Mulher! Liga pro meu médico e pede uma caixa de Prozac já!

Que tristeza... :(

Leia aqui a matéria na íntegra.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Bandeirinhas podem tumultuar o Brasileiro

No jogo entre Corinthians x Marília, tivemos um pênalti sofrido por Acosta apontado pelo Auxiliar. Isso faz parte de uma recomendação feita pela FIFA para que os Auxiliares apontem qualquer irregularidade vista em campo. Acontece que um lance de pênalti é muito agudo e vital dentro de um jogo para ser tratado dessa forma. Acho que se essa moda de comportamento pegar vamos ter muitos problemas no Brasileiro, pois nem sempre os Auxiliares tem a visão ideal do que acontece dentro da área. Detalhe: não houve pênalti em Acosta. Errou o Auxiliar.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Sobre a Paradinha

Sou totalmente contra a Paradinha. E não é dessa mais escandalosa que estou falando. Sou contra qualquer uma.

Toda pessoa que já tenha jogado futebol de campo ou até mesmo entrado em um campo de futebol oficial sabe o quanto uma trave é grande. É enorme. São quase 18 metros quadrados. Tem gente que mora em kitchnet desse tamanho.

O Mestre Rivelino dizia: "Goleiro não pega Pênalti, Jogador é que perde". Riva dizia que a vantagem é tão grande para o batedor que dá até para dizer ao goleiro o canto em que se vai bater, que mesmo assim ele não pega. E vale lembrar que o Goleiro não pode se mexer antes do chute.

E agora temos ainda essas paradinhas grotescas, onde o batedor não somente pára, mas finge que chuta. E a FIFA não vai fazer nada para variar.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Copa do Mundo Brasil 2014 - Tá na hora de cair a ficha

Muita gente e toda mídia aguardam o anúncio da FIFA apresentando o Brasil como sede escolhida para a Copa de 2014. Muito legal, empolgante, gera notícia, mas no fundo isso não significa nada. Pouca gente tem explicado direito que esse anúncio não garante a execução da copa no Brasil. É apenas uma autorização. Para ter esse direito, o Brasil terá que cumprir todo o cronograma apresentado em seu projeto, o qual será acompanhado em fases, de forma quase trimestral. Se as metas não forem atingidas, o Brasil perde o direito de sediar o evento. E como de praxe, a FIFA já possui na manga países com estrutura pré-aprovada prontos para organizar a evento do dia para a noite.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

O fim dos juízes de futebol

Meu pai apitou por mais de 10 anos. Foi árbitro da FPF e da CBF. Minha grande diversão quando garoto era ir com ele aos jogos, ganhar camisas de clubes e bolas. Adorava.

Tive que ver muito jogo escondido, vi meu pai sair escoltado com polícia e vi alguns de nossos carros apedrejados. Fazia parte da vida de um juíz. Tudo isso na década de 70 e 80. Já era difícil naquela época.

Por essa experiência de vida, posso garantir que o futebol era muito diferente do que é hoje. E por isso, fico abismado que continuemos a tratar de arbitragem como fazíamos antigamente.

O modelo atual é um modelo falido e pouca gente assume isso.
É impossível para um ser humano apitar uma partida nos padrões atuais, por sua dinâmica e velocidade. E os grupos que têm poder de opinião não colaboram pela mudança. Só criticam.

Precisamos de um movimento em busca da modernização da arbitragem. Estamos no passado e com isso caminhamos para o caos no futebol. Precisamos, como nos Estados Unidos, usar a tecnologia (usar o VT), aumentar o número de árbitros (aumentando o número de olhos) e melhorar os nossos processos (regras).

Engana-se quem pensa que isso é importante apenas para o futebol. Trata-se também de uma questão social e de segurança. As reclamações pelos erros de arbitragem são cada vez mais exaltadas, principalmente pelos dirigentes. Os torcedores sentem-se lesados e somado à típica sensação de impunidade existente no Brasil canalizam essa angústia para a violência.

Resumindo, erros de arbitragem geram violência nas torcidas e violência nas ruas. Cansei de ver torcida destruindo tudo na saída de estádio por revolta com a arbitragem. O que a FIFA valoriza e coloca como "polêmica saudável" está se transformando em raiva e agressividade.

Ter uma arbitragem mais profissional e tecnológica não vai tirar a graça do futebol, nem diminuir as discussões de botequim. Pelo contrário, vai promover muito mais tolerância, felicidade e prazer pelo esporte.