Essa galera aí na foto, com essa faixa sem noção, viajou bonito. Como torcida pensa besteira, faz besteira e inventa besteira. E tem dirigente, político, que vai nessa.
Parreira é o maior responsável pela eliminação do Fluminense. Ele já está com o grupo há um mês, tempo mais do que suficiente para o Fluminense não jogar do jeito que jogou.
Eu já escrevi aqui, em um post mais antigo, que é fácil saber quando um treinador é o responsável por um problema em campo. Basta encontrar os eventos repetidos, aqueles que acontecem, acontecem, acontecem... e o cara? Nada... Pronto, eis o sinal de um técnico cego.
No Flamengo, de Ney Franco, Bruno ficou um ano inteiro batendo tiros de meta com um chutão pra frente. Sair jogando? Pra que? Souza, jogava o tempo todo fora da área, jamais assumindo sua posição de centroavante. Renatinho Pelé, batia todos, eu friso aqui: TODOS os escanteios tentando fazer gol olímpico. Era impossível fazer um gol de cabeça com uma bola vindo dele.
Tudo isso, insuportável aos olhos de qualquer mortal, jamais foi alterado por Ney Franco. E eu poderia citar outros vícios que passaram por Ney Franco, Joel Santana, Caio Jr. e ainda continuam com Cuca.
Voltando ao Flu, um time não pode passar um jogo vivendo de bolas paradas, lançamentos e cruzamentos na área. Como nenhum jogador dentro de campo acordou, até porque Luiz Alberto de Capitão é uma piada, o jogo seguiu assim. E Parreira tinha que se impor. E isso não tem nada a ver com estar pouco tempo com a equipe, com entrosamento ou coisa parecida. Ele tem que chegar e falar: "Não quero mais isso! Chega!".
Caros amigos e amigas, se vocês, ao chegarem em minha casa, encontrarem meu filho riscando as paredes e eu, calminho, assistindo minha televisão ao lado, me digam, o que vocês irão pensar? "ELE PERMITE". Se o cara não fala nada e o moleque continua riscando é porque ele permite.
Temos também o fato de colocar Mariano na lateral onde estariam Juan e Zé Roberto. Antes de começar o jogo, quando o placar mostrou Mariano de lateral, eu não acreditei. Pensei: "Que maluco". Com 1 minuto de bola rolando já dava pra ver o estrago que o Flamengo iria fazer naquela parte do campo.
Parreira, depois, reconheceu dizendo: "O time tem que gostar mais da bola". Ele reconhece que o time não cadenciou o jogo. Mas o problema dele é que ele é muito devagar para provocar uma mudança. Basta lembrar de nossa última copa. Nossa seleção morreu jogando do mesmo jeito que começou. Não pode ser assim no futebol de hoje.
Quem demora pra consertar um erro perde.